Pela primeira vez, duas mulheres comandarão o Tribunal de Contas de Alagoas

12 de janeiro de 2017 por em Notícias

Em sessão solene realizada na noite desta quinta-feira, foi empossada a presidente do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas, conselheira Rosa Maria Ribeiro de Albuquerque, e a vice-presidente Maria Cleide Costa Beserra, para cumprirem o mandato de dois anos (2017-2018), eleitas em sessão especial do Pleno, no dia 15 de dezembro, pela livre vontades de seus pares. Foram empossados, também, o Corregedor-geral, Fernando Ribeiro Toledo, e o Ouvidor, Anselmo Roberto de Almeida Brito. O conselheiro Otávio Lessa assumiu a direção-geral da Escola de Contas Públicas. O presidente do Instituto Rui Barbosa, conselheiro Sebastião Helvecio esteve presente para prestigiar os empossados.

Na sequência, o ex-presidente do TCE/AL, Otávio Lessa de Geraldo Santos dirigiu-se aos presentes fazendo um relato das atividades desenvolvidas, sob o seu comando, no biênio 2015-2016, citando alguns dos mais importantes itens de seu programa, elaborados no início de sua gestão, ressalvando, ao mesmo tempo, aqueles que não foram terminados, por força maior, como no caso do concurso público. Aproveitando o momento, Lessa felicitou os empossados, desejando-lhes muitas felicidades e sucesso em suas novas atribuições. Em seguida falaram o conselheiro aposentado, José Alfredo Mendonça, e o governador Renan Filho, todos saudando o novo Conselho Diretor do Tribunal de Contas.

Finalizando, a nova presidente do TCE/AL, destacou a importância daquele instante, dizendo: “Defino o momento como singular e inusitado, visto que, em 69 anos de criação do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas, só agora chega à Presidência da Corte, uma figura feminina e se faz necessário que este registro seja feito, pois, esta Conselheira também quebrou, com sua indicação e nomeação, no ano de 2007, o paradigma, tornando-se a primeira mulher a compor esta Corte de Contas”.

A conselheira Rosa Albuquerque, pregando a união e o esforço de trabalho entre os integrantes da Casa, mesmo com sacrifício, disse: “Procurarei conduzir nossa gestão a partir do diálogo efetivo, lastreado em parcerias institucionais que convirjam para, senão a excelência da atuação do controle externo por nos exercido, mas, o mais disso que pudermos alcançar, pois acredito que a integração de todos os Órgãos de Controle é imprescindível para alcançarmos o objetivo maior, que é zelar pela correta aplicação dos recursos públicos, impedindo a má versação, empreendendo nossa força de trabalho para a consecução da finalidade de nossa existência constitucional, evidenciado em uma sociedade por vivenciar uma realidade palpável, tanto do desempenho eficaz e eficiente dos Órgãos de controle, como da boa governança pública”.

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