A educação não pode esperar

Projeto “A educação não pode esperar” avança nos estados e municípios brasileiros

O projeto “A educação não pode esperar”, desenvolvido pelo Instituto Rui Barbosa, por meio do seu Comitê Técnico da Educação (CTE-IRB), em parceria com o Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), é destinado destinada a minimizar os impactos no ensino provocados pelas ações de enfrentamento à covid-19, com a oferta de recomendações e sugestões aos Tribunais de Contas brasileiros para dar suporte à atuação dos gestores e dos profissionais da educação.

O Projeto, que já recebeu a adesão de Tribunais de Contas (TCs) das cinco regiões do país, considera que os TCs podem trazer uma grande contribuição à sociedade ao se concentrarem no monitoramento efetivo da utilização dos recursos financeiros voltados à educação, da distribuição de alimentação escolar, da oferta de conteúdos a distância para os estudantes e o planejamento das redes de ensino para o período de volta às aulas.

O CTE-IRB e o IEDE pretendem realizar um levantamento sobre as iniciativas que estão sendo adotadas pelas redes municipais e estaduais. Para realizar as análises, serão ofertados aos TCs participantes roteiros para entrevistas com as Secretarias de Educação; capacitação online dos técnicos dos TCs para atuarem nessa frente e definição de quais documentos serão exigidos das Secretarias.

Para saber mais sobre o Projeto, acesse aqui.

 

Estado e municípios de Rondônia dão início ao Projeto

O Tribunal de Contas (TCE-RO), por meio da Secretaria-Geral de Controle Externo (SGCE), deu início ao projeto “A educação não pode esperar”, desenvolvido pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), em parceria com o Instituto Rui Barbosa (IRB), por meio do Comitê Técnico de Educação (CTE).

Serão realizadas entrevistas, por videoconferência, com 12 municípios rondonienses, além da Secretaria de Estado da Educação (Seduc). O trabalho busca reduzir os impactos no ensino provocados pelo enfrentamento ao coronavírus (Covid-19).

Entre as ações que o projeto pretende estimular estão o monitoramento efetivo da utilização dos recursos financeiros voltados à educação; a distribuição de alimentação escolar às famílias dos estudantes da rede pública que tiveram as aulas suspensas; a oferta de conteúdos à distância para os estudantes; e o planejamento das redes de ensino para o período de volta às aulas.

Para selecionar os municípios, o Iede utilizou, como critério, o maior número de matriculados de baixa renda (seis municípios) e maior número de matrículas (mais seis). A lista total: Porto Velho, Ariquemes, Buritis, Machadinho d´Oeste, Nova Brasilândia, Ouro Preto do Oeste, Seringueiras, Castanheiras, Guajará-Mirim, Jaru, Monte Negro e Vale do Anari, além da Seduc.

A ação tem cunho nacional, ou seja, municípios de outros estados do país também foram selecionados e serão acionados pelos respectivos Tribunais de Contas. A ideia é que os dados obtidos sejam analisados e fundamentem recomendações para dar suporte à atuação dos gestores e dos profissionais da educação.

De acordo com o presidente do CTE-IRB, conselheiro Cezar Miola (TCE-RS), é preciso um esforço coletivo para que os estudantes brasileiros continuem aprendendo e que a interrupção temporária nas aulas presenciais não agrave ainda mais as grandes desigualdades educacionais existentes no país. “Por isso, consideramos que, neste cenário sem precedentes, é primordial uma articulação conjunta”, disse.

Fonte: Assessoria de Comunicação do TCE RO

 

Webinário do CTE-IRB

Além do Projeto “A educação não pode esperar, o CTE-IRB articula outras ações para o enfrentamento dos efeitos da pandemia sobre a educação. No dia 27 de maio às 17h30, em parceria com o “Todos pela Educação” e o Instituto Articule, acontece o webinário “Gestão educacional e controle externo durante a pandemia”.

O encontro virtual debaterá o papel dos órgãos de controle frente às demandas em educação com a disseminação do novo coronavírus. Entre os participantes, estão o presidente do CTE-IRB, Cezar Miola, o presidente do Tribunal de Contas do Rondônia, Paulo Curi e a secretária de Controle Externo da Educação do Tribunal de Contas da União, Vanessa Lopes de Lima, a presidente executiva do TPE, Priscila Cruz e a presidente executiva do Instituto Articule, Alessandra Gotti,.

Para saber mais e realizar sua inscrição, acesse aqui.

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