O magistrado-chefe do CCR afirma que o foco da nova administração é a modernização.
Entrevista concedida ao “Diario El Salvador” e conduzida pela repórter Carolina Hernandez.
A utilização da tecnologia é uma das principais linhas de atuação para o período 2026-2029, com vistas à modernização do órgão de supervisão.
Julio Bendek, primeiro magistrado do Tribunal de Contas da República (CCR), reeleito pela Assembleia Legislativa em 28 de fevereiro, afirmou que uma das prioridades da agenda de trabalho para o novo mandato será a modernização da instituição.
Assim como Bendek, o presidente do CCR, Walter Sosa, e o segundo magistrado, Rodrigo Flores, continuarão em seus cargos para o mandato de 2026-2029. O primeiro magistrado explicou que a modernização permitirá que o órgão de fiscalização seja eficiente, atue com prontidão e contribua para as transformações em curso no país.
“O Tribunal de Contas (CCR) é uma instituição com 86 anos; no entanto, o trabalho de fiscalização vem sendo realizado há muito mais tempo, remontando à época colonial. É uma atividade contínua porque o Estado precisa saber como os recursos estão sendo utilizados e, portanto, a transformação constante de uma instituição por meio da modernização é importante”, observou.
Bendek em entrevista ao “Diario El Salvador”.
Ele destacou que, no âmbito da modernização institucional, os títulos de eleitor estão sendo emitidos eletronicamente, por meio de uma plataforma lançada no final de setembro, que permite aos candidatos a cargos públicos preencherem suas inscrições online, sem precisar se deslocar até o CCR para processá-las.
Ele explicou que, com o uso desses sistemas eletrônicos, os tempos de resposta estão sendo reduzidos, como é o caso da entrega dos títulos de eleitor, que antes levava 30 dias e agora leva apenas oito.
“Acredito que a instituição está comprometida com a modernização, que não se resume a ter novos computadores, mas sim um sistema completo que atenda às necessidades”, disse Bendek.
Ele acrescentou que outra área fundamental para o novo mandato é o combate à corrupção e a capacitação de recursos humanos. “O combate à corrupção é um fenômeno global, não específico de um país”, afirmou.
Em sua opinião, o Tribunal de Contas é a instituição que deve contribuir para superar esse fenômeno e garantir o uso e a alocação adequados dos recursos públicos.
Embora o treinamento da equipe sobre as diversas normas permita uma abordagem proativa no combate à corrupção, é igualmente importante capacitar os servidores públicos para que compreendam as normas às quais estão sujeitos.
“Muitos, talvez aqueles que assumem o cargo de prefeito pela primeira vez, desconhecem as normas que devem seguir ao fazer compras ou conduzir investigações”, explicou Bendek.
Portanto, ele enfatizou que a modernização é o primeiro passo na luta contra a corrupção, enquanto o treinamento fornece o conhecimento necessário para otimizar o uso dos recursos do Estado.
Ele destacou que, no âmbito da modernização institucional, os títulos de eleitor estão sendo emitidos eletronicamente, por meio de uma plataforma lançada no final de setembro, que permite aos candidatos a cargos públicos preencherem suas inscrições online, sem precisar se deslocar até o CCR para processá-las.
Ele explicou que, com o uso desses sistemas eletrônicos, os tempos de resposta estão sendo reduzidos, como é o caso da entrega dos títulos de eleitor, que antes levava 30 dias e agora leva apenas oito.
“Acredito que a instituição está comprometida com a modernização, que não se resume a ter novos computadores, mas sim um sistema completo que atenda às necessidades”, disse Bendek.
Ele acrescentou que outra área fundamental para o novo mandato é o combate à corrupção e a capacitação de recursos humanos. “O combate à corrupção é um fenômeno global, não específico de um país”, afirmou.
Em sua opinião, o Tribunal de Contas é a instituição que deve contribuir para superar esse fenômeno e garantir o uso e a alocação adequados dos recursos públicos.
Embora o treinamento da equipe sobre as diversas normas permita uma abordagem proativa no combate à corrupção, é igualmente importante capacitar os servidores públicos para que compreendam as normas às quais estão sujeitos.
“Muitos, talvez aqueles que assumem o cargo de prefeito pela primeira vez, desconhecem as normas que devem seguir ao fazer compras ou conduzir investigações”, explicou Bendek.
Portanto, ele enfatizou que a modernização é o primeiro passo na luta contra a corrupção, enquanto o treinamento fornece o conhecimento necessário para otimizar o uso dos recursos do Estado.